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Caio Prado

24 de janeiro de 2016

Criança com paralisia cerebral é abusada sexualmente por enfermeira, câmera escondida registrou tudo

    Uma técnica em enfermagem foi filmada abusando sexualmente de uma criança de cinco anos na região do Barreiro, em Belo Horizonte. Os pais da menina, que sofre de paralisia cerebral, estão revoltados.
    Nas imagens, a enfermeira coloca um travesseiro próximo à grade do berço. Ela se senta ao lado da cama da menina e segundo a família, faz movimentos como se estivesse abusando sexualmente da criança. Só depois de quatro minutos a enfermeira coloca a fralda e sai.
    Desconfiados de que havia algo errado, os pais da menina procuraram a Polícia Civil, que orientou que as supostas agressões fossem filmadas. Eles improvisaram uma câmera, instalada embaixo da televisão, no quarto da filha. No dia seguinte, a mãe da garota, Gislene Ferreira, se surpreendeu.
     — Você fica sem chão. Sem base, sem nada. Você precisa da ajuda daquela pessoa para cuidar da sua filha e no momento que você vira as costas ela faz aquela crueldade.
     Em outra parte do vídeo a mulher aparece puxando os cabelos da criança. Ela é flagrada também tentando colocar o aspirador de secreção no ouvido da garota.
    Segundo a família, a técnica trabalhava na casa havia pouco mais de um mês. Desde que ela começou a cuidar da criança, surgiram hematomas e arranhões pelo corpo. A responsável pela violência, segundo a família, é uma funcionária de uma clínica que funciona na região oeste da capital. Ninguém foi encontrado no local para comentar as denúncias.
    Os pais da menina já registraram boletim de ocorrência. Um médico legista da Polícia Civil esteve na casa para realizar o exame de corpo de delito, que pode comprovar se realmente houve o abuso. O laudo deve sair em até dez dias.
    O caso vai ser encaminhado ao Depca (Delegacia Especializada de Proteção a Criança e ao Adolescente). A equipe médica do plano de saúde da menina informou que está em contato com a família para acompanhar a apuração e a veracidade da denúncia.
    Técnica cuidava da criança havia um mês.
Fonte: R7, Record Minas.
 
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