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Caio Prado

23 de junho de 2017

Polícia Civil de Quixadá localiza condenado da Justiça José Filho o "Tubarão Branco"

O núcleo de inteligência dos inspetores da Delegacia Regional de Polícia Civil de Quixadá conseguiu nesta semana, prender um empresário condenado da justiça que estava foragido há alguns anos. Para o êxito do cumprimento do mandado de prisão foi preciso uma minuciosa investigação, especialmente porque ele não se encontrava no estado do Ceará.

Conforme as informações, José Ferreira Filho vulgo “Tubarão Branco”, 37 anos, empresário bastante conhecido em Quixadá e região. Ele foi condenado por crime de homicídio pela Justiça da Comarca local em 2015 a mais de 10 anos de reclusão no regime fechado, ocorre que, ele fugiu para o estado do Pará.

Após as inúmeras tentativas sem êxito na captura do foragido, o núcleo de inteligência da Delegacia Regional de Polícia Civil de Quixadá passou a investigar com poucas informações, até que descobriu que ele teria ido embora para o Pará e que, possivelmente, estaria preso pela pratica de outro homicídio. Nesse instante, os agentes de Quixadá entraram em contato com a Secretaria do Sistema Penitenciário do Estado do Pará, a qual confirmou a informação.

“Foi confirmado que o “Tubarão Branco” se encontra preso por um homicídio naquele estado e recolhido em uma penitenciaria, logo, o mandado de prisão foi enviado para que agentes de segurança daquele estado dessem ciência ao condenado, mas ele se recursou a receber o mandado”, disse um inspetor.  O diretor da Cadeia fez uma certidão dando ciência do cumprimento.
Naquele estado, “Tubarão Branco” sabendo da condenação da Justiça no Estado do Ceará, forneceu informações erradas de sua qualificação, por exemplo, o nome de sua mãe, assim ficaria difícil o cruzamento dos dados.

Para os agentes da Polícia Civil, “Tubarão Branco” é de alta periculosidade e comandava uma quadrilha em Quixadá com ramificação na região que praticava homicídio. O cumprimento desse mandado de prisão representa um alivio para a sociedade, especialmente porque ele ao ser julgado pela Justiça do Pará, não será considerado como réu primário e com bons antecedentes criminais, as duas penas serão computadas e sua permanecia na cadeia será ainda maior.

Nos últimos meses, a Polícia Civil de Quixadá vem cumprindo vários mandados de prisão contra elementos acusados de diversos crimes. Outras prisões serão em breve anunciadas.
Do Site Revista Central

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